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Discador automático: como parar de “pagar por espera” e aumentar conversas reais

  • Foto do escritor: Giovanna Barros
    Giovanna Barros
  • há 5 horas
  • 3 min de leitura
Operadores de call center

Você já sentiu que o time “trabalhou o dia inteiro”… mas, no fim, falou com pouca gente de verdade?


Esse é o prejuízo silencioso de muita operação: tempo morto. É o tempo gasto entre uma ligação e outra (tocando, caindo, insistindo, repetindo) que parece produtividade, mas na prática é só tentativa.


O discador automático entra exatamente aí: ele organiza o ritmo da discagem para o operador gastar menos tempo com processo e mais tempo em conversa. A Contech trabalha com diferentes opções de discadores, para encaixar no volume e na estrutura de cada operação.


A diferença entre “discar muito” e “conversar mais”

Muita gente confunde performance com volume. Só que volume não fecha venda. Conversa fecha.


Quando a operação está no modo manual (ou mal configurada), o operador vira um “gerenciador de tentativa”: disca, espera, repete. Com o discador automático, você padroniza a cadência e cria uma rotina de discagem que protege o time do desperdício.


E aqui entra a ideia de filtragem inteligente: não é “mágica”. É regra bem definida. É parar de tratar toda tentativa como se tivesse o mesmo valor e passar a trabalhar com prioridades e ritmo.


Como funciona na prática

O fluxo é simples:

  1. Você sobe/importa a base no sistema.

  2. O discador organiza a fila de chamadas e começa a discar automaticamente.

  3. O operador entra na jogada no momento certo, com a operação andando em cadência, sem depender de “um por um” no teclado.


O ganho real aparece quando você para de deixar a discagem “solta” e começa a rodar com ordem.


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O que faz o discador render de verdade

Aqui é onde muita operação erra: o problema não é “ter ou não ter discador”. É como está rodando.


Primeiro é importante ter a base minimamente organizada. Se você joga uma lista suja, duplicada e sem segmentação nenhuma, você só acelera o caos. Uma organização simples por prioridade (mais recente primeiro, por exemplo) já muda o jogo.


Em seguida, ter cadência definida. Quantas tentativas por lead? Em quanto tempo? Em quais horários? Sem isso, o time fica preso no looping de tentativa improdutiva.


Por fim, um “filtro” operacional claro. Não é só discar. É decidir o que é “contato bom” vs. “tentativa que só queima tempo”, e ajustar a operação para aumentar o primeiro e reduzir o segundo.


Como saber se melhorou (sem virar refém de relatório)

Se você quiser acompanhar sem complicar, acompanhe três coisas por 7 dias:

  • quanto tempo o operador passa falando (vs. esperando);

  • taxa de contato (quantas ligações viram conversa de fato);

  • quanto “tentativa” está virando custo.


Se esses 3 pontos melhorarem, o resto tende a melhorar junto.


Mas, se nesses 7 dias você viu que o operador continua passando mais tempo esperando do que falando, tem um diagnóstico bem simples: o problema não é “falta de lead”. É que sua discagem ainda está consumindo o turno em tentativa.


É por isso que o discador automático faz diferença quando está bem alinhado com a operação: ele existe pra tirar o time do modo “processo” (discar, esperar, repetir) e devolver o que realmente move o resultado: conversa real.


Se você quer parar de pagar por espera e transformar o mesmo time no mesmo horário em mais contatos de qualidade, fala com o time comercial da Contech. A gente te indica o modelo certo pro seu volume.


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